Causas das Estrias:
Genética. A elasticidade e a resistência da pele dependem das características hereditárias. Ou seja, se a sua mãe ou avó tiveram uma pele resistente e elástica, a probabilidade de você ter estrias diminui.
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Descontrole hormonal. O aumento da produção de estrógeno e progesterona (normalmente na adolescência) podem fragilizar as fibras de colágeno e elastina, o que torna mais fácil seu rompimento.
Gravidez. Se não houver controle de peso, a pele pode estriar. Principalmente em jovens na primeira gestação, durante o terceiro mês - na região lombar e nos seios - e após o sexto mês - nos glúteos, abdômen e coxas.
Alterações de peso. Emagrecer ou engordar (efeito sanfona) de forma rápida ou excessiva pode provocar o esticamento da pele.
Corticóides. Injeções, medicamentos, cremes e pomadas à base de corticóides, aumentam a retenção de líquidos provocando inchaço e diminuição de elasticidade da pele.
Musculação. As maiores vítimas são os homens, principalmente os que exageram na dose. As fibras, pressionadas pelo aumento da massa muscular, se rompem.
Celulite. Os inchaços da celulite prejudicam a circulação, diminuindo a quantidade de substâncias que nutrem os fibroblastos, células que produzem fibras elásticas e colágenas.
Como identificar o tipo de estria:
Rosadas: são as estrias mais recentes, avermelhadas devido ao rompimento dos vasos sanguíneos. Os tratamentos iniciados nessa fase têm melhores resultados, pois as células continuam vivas e com maior capacidade de resposta regenerativa.
Nacaradas: são mais antigas, de cor branco-acinzentada ou amarelada, pois a melanina (substância que dá coloração à pele) não é mais produzida nesta onde as fibras se rompem. Também apresentam uma diminuição acentuada da espessura da pele, formando uma depressão, tipo de uma cicatriz. Os tratamentos iniciados nessa etapa conseguem estreitá-la e atenuar a depressão.
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